Mostrando postagens com marcador bruxaria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bruxaria. Mostrar todas as postagens

Para entender o mundo e de que forma a espiritualidade se manifesta nele de maneira clara se faz necessário ampliar o nosso leque de conhecimentos e incluir aí as certezas produzidas pelas ciências como forma de complementar o nosso conhecimento mágico a cerca de como o mundo funciona.

Ciência é uma palavra que representa justamente o conhecimento acerca do funcionamento da matéria, da vida, do planeta, da natureza, do espaço, do ser humano, enfim, de tudo que conhecemos de maneira palpável e é a melhor maneira que temos para entender como a força divina se manifesta para criar e moldar o mundo como conhecemos.

Os antigos criaram os seus mitos de acordo com sua compreensão e conhecimento do mundo mesmo que “científico” não tenha sido a palavra empregada por eles. A nossa evolução enquanto humanidade nos permitiu conhecer o mecanismo pelo qual a espiritualidade opera na matéria de maneira cada vez mais microscópica chegando até a entender o funcionamento e composição dos átomos bem como nos permitiu conhecer o mundo de maneira cada vez mais macroscópica, chegando inclusive à compreensão do funcionamento das galáxias e do espaço sideral.

Hoje em dia fica clara a relação ds quatro elementos com os estados físicos da matéria. Terra, Água, Ar e Fogo são nada mais nada menos que os estados sólido, líquido, gasoso e a energia que permite um elemento se converter em outro. Esta nova compreensão das máximas vem não para substituir, mas sim para complementar o nosso conhecimento sobre como a natureza opera ao nosso redor. Basta lembrar-mos que os alquimistas na idade média não faziam distinção entre ciência e religião e lançaram luz sobre a compreensão de mundo inclusive criando bases para a elucidação de outros princípios universais por cientistas mais modernos que também merecem a alcunha de alquimistas, seja pela determinação de que a terra não é o centro do universo(Galileu e Copérnico), que a vida não se gera espontaneamente do nada (Pasteur), que recebemos uma herança genética de nossos ancestrais(Mendel), que o mundo opera por mecanismos exatos mesmo que não totalmente conhecidos(Newton), que as plantas e animais possuem venenos e remédios em sua constituição(Paracelso) só para citar alguns dos muitos que colaboraram para ampliar a nossa visão de mundo e nos libertar das verdades absolutas utilizadas pela maioria das religiões monoteístas da época para nos limitar e podar.

O fato de a ciência esclarecer estes princípios não só complementa a nossa visão religiosa de mundo como nos mostra a verdade por detrás do universo e nos torna humildes perante a complexidade do mundo em que vivemos. Dessa forma é necessário conhecer os fundamentos da ciência moderna, os quais temos acesso em nosso ensino fundamental e médio, a fim de complementar com a realidade a nossa visão mágica de mundo.

E a ciência não exclui a magia, afinal de contas, ainda existem inúmeros fenômenos que vivenciamos em nossa experiência religiosa que não podem ser explicados ainda pela razão humana. A eletricidade, as ondas de radio, o som e a luz ja foram considerados mistérios insondáveis e hoje possuem uma explicação e uma aplicação lógica em nossas vidas. E estes são apenas alguns dos fenômenos que conseguimos explicar. Talvez venhamos a explicar outros fenômenos como a aura humana, talvez não. Mas devemos levar sempre em consideração duas máximas ao meditar sobre este assunto:

“A verdade liberta”
E:
“Não é porque não existe uma explicação lógica para um fenômeno que ele deixa de ser verdadeiro.”

Bênçãos divinas, Onipresentes, Onipotentes e Oniscientes:

Aeryus



Dês de o princípio dos tempos o homem teve uma relação muito próxima com o reino vegetal. As plantas serviam de alimento ao homem primitivo, que se beneficiava da coleta de frutos selvagens e raízes por onde passava. Com o tempo a madeira passou a ser utilizada com matéria prima para gerar fogo e também na construção de residências e utensílios. Foi através da observação que o homem descobriu que as plantas também tinham ciclos de vida e se ele esperasse o tempo necessário, era recompensado com o alimento gerado constantemente pelo vegetal. Através desta simbiose, aliada à domesticação de animais selvagens é que as primeiras sociedades se fixaram, dando passos evolutivos cada vez mais altos.

Observando o comportamento dos animais e através do empirismo ao longo das eras os antigos perceberam que as ervas possuíam propriedades diferentes da alimentação e poderiam ser utilizadas com fins terapêuticos para os mais diversos males e problemas. Assim surgiram os curandeiros e xamãs tribais que, dentre outras coisas, se responsabilizavam pela saúde de todos os membros da tribo através de seu conhecimento das ervas e do reino dos espíritos.

Não existia uma noção de religião como a que possuímos modernamente, os antigos viviam em harmonia extrema com a natureza e tudo era visto como algo vivo, uma grande teia mística e sagrada composta por espíritos livres e senhores do próprio destino. Há uma clara noção de equilíbrio ecossistêmico, onde é comum ritos de agradecimento pelas dádivas naturais e pedidos aos espíritos da natureza, em alguns casos requisitando autorização mesmo para o consumo da caça que embora tenha sido obtida pelo esforço humano, seria na verdade permitida, se não ofertada, pelos entes espirituais. Neste contexto as plantas eram consideradas dotadas de espírito e demonstravam personalidade de acordo com a sua morfologia, o seu ciclo de vida e as suas características farmacológicas, alimentares e terapêuticas. Os primeiros Xamãs conversavam com o espírito das arvores e ervas e assim iam adquirindo conhecimento e sabedoria mágica a qual era associada aos efeitos terapêuticos.

Com o processo natural de evolução e entendimento a humanidade começou a antropomorfizar a sua concepção de um mundo espiritual. A convivência tão próxima destes espíritos ao longo das eras fez com que a imagem dos mesmos passasse a carregar atributos humanos, mas num nível espiritual. Aqui nós temos o começo da personificação das divindades, Deuses com representação humana e semi-humana assumem o controle da natureza e passam a manifestar, em função dos seus atributos, a associação com determinadas ervas e vegetais como lhes sendo elementos sagrados. Assim algumas plantas deixam de representar por si só o espírito inerente da natureza e passam a estar associadas à Divindades específicas.

Os Celtas ainda mantinham essa visão panteísta da natureza e cultuavam em sua forma xamânica várias espécies vegetais tidas como sagradas, como o carvalho e o visco. Os gregos atribuíam ervas específicas aos Deuses, como o louro para Apolo, a romã para Perséfone, e a oliveira para Atena, sempre lembrando que a propriedade do vegetal está ligada de alguma forma à mitologia da Divindade em específico. Existem ainda associação em várias culturas, como Odin e o Freixo na cultura nórdica, o papiro e Toth no Egito... São inúmeras representações e associações.

Com o advento do cristianismo e as perseguições sofridas pelas culturas antigas muito do trabalho feito com ervas tanto a nível mágico quanto a nível salutar se perdeu ou ficou relegado a poucas culturas, ocasionando um enfraquecimento da proximidade homem-natureza. Observamos a sua retomada no trabalho dos Alquimistas, especialmente Felipe Aureolo Teofrasto Bombasto de Hohenheim, mais conhecido como Paracelso. Em seu livro “Botânica Oculta” ele discorre sobre as bases da botânica e farmacologia modernas, com um enfoque especial tanto nos poderes farmacológicos quanto mágicos dos vegetais.

Para entender a vida vegetal do ponto de vista alquímico devemos ampliar os nossos conceitos de forma holística e abolir o puro mecanicismo de nossas mentes, a fim de entender conceitos mais abstratos e obscuros.

De acordo com Paracelso, todas as criaturas viventes são formadas a partir da interação entre o céu empírico(plano Divino), Céu Zodiacal(Universo) e o planeta onde residimos(plano físico). Isso ocorre em um processo de evolução da matéria, visto como ciclos de fermentação dos elementos químicos que ao longo do tempo foram se rearranjando de maneira cada vez mais complexa baseados em uma matriz universal e guiada pela Anima Mundi, pelo Spiritus Mundi e pela Matéria Mundi em um nível divino.

As plantas também fazem parte deste processo de evolução em conjunto com toda natureza, e são os seres capazes de fixar os três poderes divinos citados anteriormente, representados pelos raios de sol no plano físico. Dessa forma permitem um rearranjo cada vez maior neste processo de “fermentação” evolutiva pelo qual todo o planeta passa. Apesar de a genética ainda não existir naquela época, os Alquimistas afirmavam que “Contendo em si a árvore em todo o seu poder de crescimento, cada grão encerra um Misterium Magnum; por conseguinte, no desenvolvimento do grão ou semente encontraremos a imagem invertida da criação do mundo”(Paracelso)

Ainda de acordo com a filosofia alquímica, cada planta é uma estrela na terra: Suas propriedades divinas estão inscritas nas flores e cores das pétalas e suas propriedades terrestres na forma de suas folhas. Assim sendo, toda a magia se encerra nelas, já que em seu conjunto elas englobam a potência dos Astros. Vale lembrar que de acordo com a visão Alquímica, cada Astro representa uma esfera de existência e possui domínios sobre aspectos de nossa vida. Dessa forma ao utilizar determinada erva em trabalhos mágicos estamos lidando diretamente com a energia celeste à qual ela representa.

Assim o reino vegetal recebe influências planetárias e pode ser utilizado para alimentar o homem e curar doenças. As plantas podem reparar a nossa energia orgânica diminuída servindo de alimentos, atuar em nosso campo eletromagnético na cura de doenças, podem ainda influenciar nosso corpo astral e causar estados alterados de consciência, úteis em cerimônias xamânicas, dentre outros. Podem ser utilizadas em cerimônias mágicas, ritos divinatórios e ainda atuar como aceptoras de doenças da alma, auxiliando no processo de cura holística através da transplantação de doenças, prática não muito recomendada por alguns alquimistas.

O trabalho alquímico descreve ainda maneiras pelas quais a humanidade poderia auxiliar no processo evolutivo das plantas: Através do cultivo de seus espécimes, através do crescimento mágico das plantas e através da perpetuação de seus ciclos de vida(palingenesia).

O trabalho com as plantas alquímico consistia na colheita de plantas propícias à realização do objetivo desejado de maneira adequada a aprimorar a sua potência. Assim as ervas eram colhidas em data e hora específicas, sempre observando o máximo de cuidado com a energia da mesma. Uma vez colhidas as plantas recebiam tratamento Hermético especial. Seu fim não consiste somente em dispor das qualidades físicas dos sucos das plantas, da maneira mais proveitosa, e sim em libertar a força viva, a essência, a alma, ou o bálsamo da planta.

Todo corpo possui quintessência, seu quinto princípio ou potência, e através do manuseio correto dos vegetais é possível liberar esse poder que se manifesta em qualquer matéria, em variadas proporções, e se dissolve pelo todo da mesma forma que um corante colore a água se diluído. Isto representa o Arcano, a substância fixa, imortal e incorpórea que conserva, restaura e vivifica os corpos. É na busca deste princípio Divino que os alquimistas realizavam os seus procedimentos de extração e suas cerimônias mágicas.

A magia feita com o reino vegetal era baseada no conhecimento do espírito das plantas, que de acordo com a antiguidade recebiam o nome de dríades, hamadríades, faunos, floras, fadas, dentre outros, sendo proximamente conhecidos das culturas pré-cristãs em seu período de panteismo. Modernamente estes espíritos recebem o nome genérico de “elementais” e possuem um potencial fantástico de cura, equilíbrio e restituição mágica. É comum na lenda de Deuses, Heróis e Avatares a iluminação ser recebida debaixo de uma arvore ou através de uma planta, como o freixo de Odin e a figueira(boddhi) de Buda. Isso ilustra o potencial de sabedoria que podemos receber dos espíritos da natureza.

Mesmo frente à perseguição cristã, que proibia a colheita de ervas em determinadas horas e datas, sob a pena de o infrator ser afastado da liturgia como forma de punição, o trabalho mágico continuava vivo na mente das pessoas e especialmente no pensamento dos grandes alquimistas, que permitiram um renascimento dos trabalhos mágicos com o reino vegetal que culminou na criação e formação das ciências modernas baseadas no empirismo e na experimentação.
Aeryus Cernowain

As bruxas são, antes de mais nada, "consolatrices afflictorum", vendedoras de sonhos e de ilusões de potência, de triunfo, de vitória, de vingança. E são bodes expiatórios dos maus pensamentos de uma sociedade cheia de desejos e de medo, de vícios e de impotência. - (Cardini. F., Magic and Witchcraft in the Middle Ages and the Renaissance)



O ESP®RJ acontecerá dia 19 de julho, DOMINGO, na Quinta da Boa Vista, no Templo de Apollo, as 10h.



O Templo de Apollo fica no Lago dos Pedalinhos, localizado no Parque da Quinta da Boa Vista em São Cristóvão.



Teremos uma roda de discussão, com o tema de “Vivências Pagãs”, onde falaremos um pouco sobre as vivências mágicas de cada um e quais lições foram tiradas disso.



Aproveitamos para apresentar a entrada dos novos organizadores: Aeryus Cernowain(ES) e Daphne Shinar(AM).



Não esqueçam de levar comidinhas e
bebidas (não alcóolicas) para o lanche comunitário. Levem de preferência bem gelados! Meninos levam as bebidas e meninas levam as comidas! Não é obrigatório, leve apenas se lhe for possível para que possamos fazer um grande piquenique.



Também não se esqueçam de levar uma canga para sentar e sua caneca para que não utilizemos copos descartáveis.



Dúvidas só entrar em contato:



Aeryus Cernowain – druidaerius@yahoo.com.br / 9681-3315


Daphne Shinar - daphy_witch@yahoo.com / 7154-5222



P.S.: Caso chova na noite de sábado o ESP fica automaticamente transferido para a próxima semana.


"No fluxo do Yule o inverno se faz presente, trazendo em seu ventre a promessa de um tempo melhor."



Sentada com as pernas cruzadas em seu tapete no centro da sala Serena apenas via o reflexo da lua cheia entrando pela janela e se desenrolando pelo chão tal qual uma névoa prateada.

-Perfeito... - Disse ela, enquanto colocava a tigela de barro contendo água de chuva recém coletada sob os reflexos da divina Luz que acabara de surgir.

Após se sentar o mais confortavelmente possível ela finalmente encontra a Lua ali, refletida em meio ao seu próprio elemento, a água, e incidindo sobre o seu rosto como se quisesse penetrar por cada poro de seu corpo...

Calmamente, finalmente Serena se concentra, e à medida que observava os raios Divinos da Lua Cheia sendo refletidos na água, a própria Lua observava o rosto de sua filha e a ela enviava, através de seu reflexo, o despertar de sua intuição e a penetrava com seus raios luminosos e brilhantes... A aura de uma verdadeira Bruxa...

A Lua na água... A água na Lua... A lua no rosto... O rosto na Lua... O triângulo prateado de magia e luz se formava instantaneamente, ligando os três níveis de existência: O divino, o natural e o humano em um ciclo de luz feminino e divino que fluía e ressonava, saindo do cosmos encimado pela lua, fluindo e sendo repuxado pelas marés da água na taça de cristal e por fim se derramando como energia pura, cristalina, aquosa e lunar por entre as vias de energia de Serena, reverberando em seu útero e se espalhando por todo seu corpo como um manto prateado costurado por pequenas aranhas tecelãs divinas intrincando fios de raios lunares.

O ápice de energia fluida se aproximou com a chegada da Lua no meio do céu, intensificando o elo que se formara entre os mundos e num golpe de intuição Serena pegou a taça com ambas as mãos, sentindo a frieza do vidro e da água contida, e ficando de joelhos sob os raios lunares ela sorveu o líquido ali contido. A água tocou a sua língua de maneira gelada e extremamente leve, quase como se fosse névoa, circulando por entre a língua, que calmamente recebia o banho refrescante e permitia que o fluxo descesse pelo esôfago, num jorro frio e leve, que foi se expandindo por todo o corpo de Serena. Mãos, pés, peitos, rosto, cabelos, braços e pernas se viram invadidos por essa frieza e leveza que se expandia do centro de seu corpo fluindo até os locais mais recônditos de seu físico.

Derrepente todo o corpo havia sido inundado por aquela sensação de refrescância e leveza, como se estivesse suspenso no ar, pairando por entre névoas prateadas, ou mesmo flutuando calmamente sobre o oceano, entre a noite e as estrelas, prateada no manto lunar, se dissolvendo nas profundezas do oceano, ou mesmo subindo aos céus como fumaça de incenso... Incenso de dama da noite era o cheiro. E derrepente Serena se viu num campo cheio de flores brancas, uma nuvem de odores indescritíveis pairava ao seu redor. Dama da noite, Jasmim, Lírio e Lavanda flutuavam, dançando por entre os galhos das árvores e fluíam através de seu olfato levando mensagens de equilíbrio e frescor, envolvendo o seu corpo num rodamoinho de sensações olfativas quase insuportável de tão intenso...

O manto prateado da Senhora da Lua Cheia se instalara ao seu redor e sobre a sua pele, se emaranhando em seus cabelos como uma coroa de flores e descendo por sobre o seu corpo nú como um vestido longo e prateado.

Com os últimos goles da água imbuída de energia lunar Serena colocou a taça de volta no altar e finalmente abriu os olhos, observando as formas cintilantes dos móveis da sala, alteradas por sua percepção expandida que mostrava não apenas as linhas duras e geométricas da madeira escura e do vidro, mas também cada emoção ali costurada por seus donos, como uma colcha de retalhos feita por emoções e ações daqueles que ali conviveram e desprenderam aquela energia levando a formação de uma pequenina alma para cada parte daquela sala. É interessante observar como o ambiente ao nosso redor se molda ao uso que lhe damos, e como a energia desprendida pelas pessoas se impregna nos ambientes, como registros velados de todos os eventos que ali ocorreram, bastando apenas alguém mergulhar num transe a ponto de acessar essas informações para ler ali a história de vida daquele local e mergulhar em suas lembranças e fatos...

Um uivo se faz ouvir ao longe, seguido de muitos latidos caninos que puxam Serena de seu transe e a fazem cair de volta em seu corpo, ajoelhado no meio da sala, agora já perdendo um pouco a percepção daquele manto prateado e observando o fim da queima do incenso de dama da noite utilizado durante o ritual de Lua cheia, mas mantendo em sua alma as portas abertas para a intuição ali desperta e para as percepções ali sentidas.

- Nossa como já é tarde. Diz Serena ao olhar para o relógio de parede e constatar no céu que a lua já desceu quase no horizonte, perfazendo em média umas 4 horas de trabalhos mágicos.
Serena se levanta e ergue os braços, em saudação a lua cheia que desce pelo céu, ja ficando amarelada pela proximidade com o horizonte.

- Senhora das estrelas! Grande Roda de Prata que gira pelos céus! Eu lhe agradeço pela alegria deste momento sagrado, e te peço Grande Mãe, que sempre esteja ao meu lado, que nunca me abandone nos tempos difíceis, e que sempre esteja presente nos momentos de alegria, pois todos os atos de amor e prazer são rituais em vossa homenagem, e teu é o êxtase da vida e a porta que leva ao renascimento no círculo mágico. Abençoe a mim e a todos aqueles que caminham ao meu lado, hoje amanha e sempre, que assim seja e assim se faça. - Concluindo a saudação e baixando os braços paralelos ao corpo, Serena olha agradecida para a lua e agacha tocando ambas as mãos na terra, enviando o excesso de energia para que possa ser absorvida. Então se levanta e caminha até o seu quarto para uma ótima noite de sono repleta de sonhos misteriosos.

O Vale

Observe o vale húmido, repleto de luz e cores frias. Divinas melodias fazem o corpo levitar, o ar por entre as arvores eleva o manto fino, a chama da fogueira se oferece no altar, por entre densas brumas corre solto o amor divino, caminhe pelo vale e deixe a vontade te guiar.

O Bruxo

Minha foto
Bruxo, Druida, Mago, Tarólogo, Astrologo, Naturalista, Herbalista e principalmente aprendiz de Sábio

Como Postar Comentários

Devido à erros do blog, para postar algum comentario primeiro escreva o comentario, depois clique em visualizar e depois clique em postar.

Posições Planetárias

Lua Atual

........
CURRENT MOON
qqqq

Carta do Mês

Carta do Mês
A Força

Parceiros